Foto: ABr
Estado fecha maio com saldo mínimo de empregos formais, sustentado por setores do consumo básico, enquanto agropecuária e construção civil puxam queda no resultado geral
Publicado 1 de julho de 2026 às 15:24
O Rio Grande do Norte praticamente travou a geração de empregos em maio e fechou o mês com apenas 109 vagas formais criadas, segundo dados do Novo Caged analisados pelo Instituto Fecomércio RN. O resultado só ficou positivo por causa de contratações na Saúde e em supermercados, que compensaram as perdas em outros setores.
O número é baixo e mostra que o mercado de trabalho no estado perdeu força em comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foram abertas mais de 2 mil vagas. No total, Comércio e Serviços foram os únicos setores com desempenho mais forte, somando 556 novas vagas no mês.
A Saúde foi o principal destaque, com 275 contratações. Em seguida aparecem supermercados (123 vagas), comércio de veículos e peças (98), educação (61), logística (51) e farmácias (45).
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Do outro lado, a situação puxou o resultado para baixo. A agropecuária fechou 244 postos de trabalho, com destaque para o cultivo de melão, que sozinho teve forte queda. A construção civil também perdeu força e encerrou o mês com menos 229 vagas.
Segundo o Instituto Fecomércio RN, o cenário mostra um mercado dividido: de um lado, serviços ligados ao dia a dia das famílias continuam contratando; do outro, setores ligados à produção e obras seguem em queda e pressionam o resultado geral.
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