Cerca de 65% da produção de eletricidade do parque gerador brasileiro vêm das hidrelétricas.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou, nesta sexta-feira (26), que a bandeira tarifária das contas de luz permanecerá amarela no mês de julho. A decisão mantém o acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos por todos os usuários vinculados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) .
A manutenção do índice, em vigor desde abril, ocorre em função do período seco no Brasil. Segundo nota técnica da Aneel, o baixo volume de chuvas reduz o nível dos reservatórios das hidrelétricas, o que exige o acionamento de usinas termelétricas, cujo custo de operação é mais elevado por utilizarem combustíveis .
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para sinalizar o custo variável da geração de energia elétrica no país. Mensalmente, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reavalia as condições de operação para definir a estratégia de atendimento à demanda e a respectiva cor da bandeira para o mês seguinte .
No modelo atual, a bandeira verde não gera acréscimo financeiro na fatura. A bandeira amarela aplica a taxa de R$ 1,88. Já a bandeira vermelha possui dois níveis de cobrança: R$ 4,46 no patamar 1 e R$ 7,87 no patamar 2, aplicados a cada 100 kWh de consumo registrado em residências, comércios e indústrias
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