Cirurgia depende de decisão do STF — e o caso volta a colocar Bolsonaro no centro da tensão política. | Foto: Divulgação
O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta instabilidade persistente no equilíbrio corporal e uma alteração leve na parte inferior do pulmão esquerdo. As informações constam no relatório médico semanal enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (15).
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária para recuperação de saúde. De acordo com o documento assinado pelos profissionais que o acompanham, o ex-presidente registrou episódios recorrentes de soluços nos últimos dias, mas apresentou melhora após ajustes na terapia. O relatório indica que a pressão arterial permanece controlada.
Atualmente, o ex-presidente segue um protocolo diário de fisioterapia motora leve e utiliza tipoia para imobilização do membro superior direito, em decorrência de uma cirurgia no ombro realizada no início de maio. A equipe médica informou que o paciente utiliza analgésicos por via transdérmica e não manifesta queixas de dor no período pós-operatório.
O histórico de saúde de Bolsonaro em 2026 inclui uma internação de duas semanas em março para tratamento de pneumonia. O diagnóstico anterior motivou o ministro Alexandre de Moraes a conceder a prisão domiciliar humanitária por um prazo inicial de 90 dias.
Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de reclusão pelo crime de tentativa de golpe de Estado. Antes da concessão do benefício domiciliar, ele cumpria a pena nas dependências do 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.
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