Rogério Marinho - Foto: Carlos Moura/Agência Senado
O senador Rogério Marinho (PL) criticou a pré-candidatura de Allyson Bezerra ao Governo do Estado e ironizou o uso do chapéu de couro pelo ex-prefeito de Mossoró. Durante entrevista à rádio 96FM, o parlamentar classificou a indumentária como um “chapéu esquisito” e afirmou que a postulação de Bezerra “não fede, nem cheira”.
Marinho, que atua como o principal articulador político da pré-candidatura de Álvaro Dias ao Executivo estadual, intensificou os ataques nos últimos dias. Em sua fala, o senador descreveu a candidatura do ex-prefeito mossoroense como “insípida, inodora e sem gosto”, criticando também os saltos dados pelo político em eventos públicos. As declarações ocorreram no dia do aniversário de Bezerra.
“Então, na hora em que você tem uma candidatura que não é uma coisa, nem é outra; que não fede, nem cheira; que é insípida, inodora, que não tem gosto; que fica o tempo todo dando saltos para o ar e andando com um chapéu esquisito…”, disse Marinho.
Pelas redes sociais, Allyson Bezerra rebateu as falas do senador e defendeu o uso do acessório como um símbolo histórico do trabalhador rural nordestino e da resistência física ao sol. “Esquisito foi a covardia de não ser candidato ao governo do estado por saber da sua rejeição e desaprovação. O povo não suporta as pautas que o senhor defende em Brasília. Eu não vou deixar de usar o meu chapéu; vou usá-lo cada vez mais, pois não deixarei o meu povo nas mãos de pessoas como o senhor”, atacou o ex-prefeito de Mossoró.
O pré-candidato acusou Marinho de elitismo e alegou “ingratidão”, afirmando que o parlamentar teria elogiado o mesmo chapéu durante a campanha eleitoral de 2022 para angariar apoio popular no Rio Grande do Norte.
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