Foto: Thaís Magalhães/CBF

O massacre por 9 a 1 sobre o Vietnã, nessa segunda-feira (13), foi o cartão de visitas de um Brasil que disputa a Copa do Mundo de futsal masculino, na Lituânia, com dois objetivos claros. O primeiro, deixar a decepção de 2016 (pior campanha da seleção na história, eliminada pelo Irã nas oitavas de final) para trás e retomar a coroa da modalidade, conquistada pela última vez em 2012. O segundo é o escrete buscar o oitavo título mundial, sendo o sexto desde que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) assumiu a competição, em 1989.

O Brasil integra o Grupo D da Copa do Mundo. Além do Vietnã, a seleção ainda terá pela frente República Tcheca e Panamá na primeira fase. Os tchecos são os próximos adversários, nesta quinta-feira (16), às 14h. No domingo (19), no mesmo horário, encara os panamenhos. Os dois primeiros colocados de cada chave avançam às oitavas de final, além dos quatro melhores terceiros.

Se ficarem em primeiro, os brasileiros enfrentam o melhor terceiro colocado que sair dos Grupos B, E ou F (onde estão alguns dos principais adversários na briga pelo título). Atual vice-campeã mundial, a Rússia (que compete como Federação Russa de Futsal, devido à punição que o país recebeu por casos de doping nos esportes olímpicos e paralímpicos) está na chave B. Na E figura a bicampeã Espanha. Já na F encontra-se a atual detentora da coroa do futsal: a Argentina, que, inclusive, superou o Brasil na final da Eliminatória sul-americana, em fevereiro do ano passado.

Os convocados

Goleiros: Guitta (Sporting, de Portugal), Djony (Magnus Sorocaba) e Willian (Joinville).
Alas: Leozinho, Leandro Lino (ambos Magnus Sorocaba), Dyego (Barcelona, da Espanha), Arthur (Benfica, de Portugal), Gadeia (Elpozo, da Espanha) e Bruno (Ukhta, da Rússia).
Fixos: Rodrigo (Magnus Sorocaba), Lé (Corinthians) e Marlon (Palma, da Espanha).
Pivôs: Rocha (Carlos Barbosa), Dieguinho (Joinville), Pito e Ferrão (ambos Barcelona, da Espanha).