O hantavírus é uma doença rara transmitida principalmente por contato com urina, fezes ou saliva de roedores contaminados. | Foto: Arte/NOVO Notícias

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Alerta Brasil confirma 8 casos de hantavírus em 2026 e acende alerta em 4 estados

Casos foram registrados em Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina; governo diz que risco geral segue baixo

por: NOVO Notícias

Publicado 9 de maio de 2026 às 14:36

O Brasil já registra 8 casos confirmados de hantavírus em 2026, de acordo com levantamento do Ministério da Saúde e secretarias estaduais. Os registros foram distribuídos entre quatro estados e incluem um caso adicional confirmado no Paraná, além dos dados federais. Apesar dos números ainda baixos, o avanço dos registros acende atenção das autoridades de saúde, especialmente pelo potencial de agravamento da doença em casos mais graves.

Os casos de hantavírus em 2026 foram registrados em Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Também há um registro sem identificação de unidade da Federação.

Segundo o Ministério da Saúde, sete casos foram oficialmente confirmados pela pasta. O oitavo foi atestado pela Secretaria de Saúde do Paraná, reforçando o avanço dos registros no estado.

No Paraná, os pacientes confirmados são um homem de 34 anos, de Pérola d’Oeste, e uma mulher de 28 anos, de Ponta Grossa. O estado ainda investiga outros 11 casos suspeitos e já descartou 21 notificações.

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Em nota, o Ministério da Saúde informou que não há circulação do genótipo Andes no Brasil — variante associada a transmissão entre pessoas em surtos registrados na Argentina e no Chile. Até o momento, o país já identificou nove genótipos do vírus em roedores silvestres.

Transmissão e sintomas

O hantavírus é uma doença rara transmitida principalmente por contato com urina, fezes ou saliva de roedores contaminados. A transmissão entre pessoas é considerada extremamente rara e só foi observada em situações específicas com contato próximo e prolongado.

Os sintomas iniciais incluem febre, dores no corpo, calafrios e problemas gastrointestinais. Em casos mais graves, a doença pode evoluir rapidamente para insuficiência respiratória e queda de pressão arterial, exigindo internação em UTI.

O governo federal reforça que o risco global de disseminação permanece baixo, mas alerta que fatores ambientais e contato com áreas de risco podem influenciar o surgimento de novos casos.

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