Cotidiano

Desvio Após operação contra ex-governador do RJ, Cadu Xavier destaca combate à sonegação enquanto presidiu o Comsefaz

Cadu Xavier repercutiu a Operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal para desarticular um esquema de fraude fiscal bilionária envolvendo a refinaria Refit e o ex-governador do Rio de Janeiro (RJ)

por: NOVO Notícias

Publicado 15 de maio de 2026 às 12:26

O pré-candidato ao governo do RN e ex-presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Cadu Xavier, repercutiu nesta sexta-feira (15) a Operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal para desarticular um esquema de fraude fiscal bilionária envolvendo a refinaria Refit e o ex-governador do Rio de Janeiro (RJ), Cláudio Castro. Xavier, que durante sua gestão à frente do Comsefaz priorizou a justiça fiscal e o combate à evasão, ressaltou que ações como esta são fundamentais para garantir que recursos públicos não sejam desviados por grandes grupos econômicos.

A investigação da PF aponta que a Refit (antiga Manguinhos) utilizava uma estrutura complexa de ocultação patrimonial e evasão de divisas, gerando um prejuízo aos cofres públicos. Quando presidiu o Comsefaz, Cadu tratou com rigor ações para coibir a sonegação.

“Nosso trabalho no Comsefaz foi implacável no combate a fraudes bilionárias que drenam recursos públicos, estimulam concorrência desleal e prejudicam a população. Enfrentar a sonegação tributária sempre exigiu da nossa gestão seriedade e compromisso com o interesse público”, disse em publicação no X.

O pré-candidato lembrou ainda que, enquanto presidia o comitê, sua atuação focou em fortalecer os mecanismos de fiscalização para evitar que estados perdessem receitas essenciais. “Ainda enquanto estive no Comitê, aprovamos medidas que visavam combater esse tipo de esquema envolvendo a antiga Refinaria de Manguinhos. A Operação Sem Refino, da PF, deflagrada hoje, lança luz sobre possíveis dolos entre a refinaria e o ex-governador do Rio de Janeiro”, defendeu Xavier.

A operação, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF), resultou em 17 mandados de busca e apreensão e no afastamento de funções públicas de diversos envolvidos. Para Cadu Xavier, o desfecho das investigações é um passo necessário para a moralização da gestão tributária no país e um exemplo de como o rigor fiscal deve ser aplicado a todos, sem privilégios.

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