Após 30 dias, o caso entra em um ponto de decisão e pode ter novos desdobramentos. | Foto: Reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completou, nesta segunda-feira (27), um mês em prisão domiciliar determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A medida, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, tem caráter humanitário e prazo inicial de 90 dias, com base em questões de saúde. Ao fim do período, o caso deverá ser reavaliado pela Corte.
Bolsonaro deixou o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal no fim de março, após um quadro de broncopneumonia bilateral, passando a cumprir a medida em sua residência, em Brasília.
Segundo informações do processo, ele está sob monitoramento eletrônico e deve seguir regras estabelecidas pelo STF, incluindo uso de tornozeleira e envio de relatórios médicos semanais à Corte.
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De acordo com a decisão, há restrição de deslocamento, sendo autorizadas apenas saídas médicas previamente justificadas. Também foi imposta restrição de comunicação externa, conforme determinação judicial.
Nos últimos desdobramentos, o ministro Alexandre de Moraes solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre pedido de cirurgia no ombro direito. O procurador-geral Paulo Gonet informou que não se opõe ao procedimento, desde que respeitadas as cautelas necessárias.
Relatórios médicos recentes apontam melhora no quadro pulmonar, embora ainda indiquem episódios de dor e fadiga.
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