Avião de pequeno porte caiu em área residencial e deixou quatro mortos no RS - Reprodução
O restaurante Dom Inácio, atingido por um avião monomotor na última sexta-feira (03), foi alvo de saques nos últimos dias. O estabelecimento fica no município de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul.
O dono do comércio, Douglas Roos, informou que dois ladrões aproveitaram a troca do turno da segurança para furtar produtos. Os suspeitos levaram um micro-ondas, panelas de aço fundido e destroços da aeronave. O prejuízo com os objetos furtados é estimado em cerca de R$ 3 mil.
O empresário chegou a tempo de evitar que a dupla levasse dois botijões de gás. Imagens de monitoramento registraram um rapaz caminhando com sacolas na área destruída. A vítima registrou boletim de ocorrência, mas os suspeitos seguem foragidos.
A estrutura sofreu perda total após o impacto da última sexta-feira (3). O prejuízo causado pela queda atinge o valor de R$ 400 mil. O proprietário espera que a empresa responsável pela aeronave, Jetspeed Holding Ltda, assuma a reparação financeira para a retomada das atividades.
A queda da aeronave atingiu o restaurante enquanto ele estava fechado, sem deixar vítimas em solo. As quatro pessoas a bordo não resistiram aos ferimentos. O grupo saía de Capão da Canoa com destino ao aeroporto de Itápolis, em São Paulo.
Os ocupantes eram o piloto Nelio Pestana, o empresário Renan Saes e o casal Déborah e Luis Antonio Ortolani. Renan atuava no ramo de aviação e era neto do dono do avião. O casal de passageiros dividia residência entre Xangri-Lá e Ribeirão Preto.
Informações preliminares indicam que o veículo colidiu com a rede de energia elétrica logo após a decolagem. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) assumiu a apuração do caso. O órgão já realizou a perícia no local para identificar as causas da queda.
O avião envolvido no acidente era do modelo Piper JetPROP DLX e foi fabricado em 1999. O equipamento apresentava situação regular de aeronavegabilidade (estado de segurança do avião). A constatação tem como base os registros da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
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