Golpe por mensagem continua fazendo vítimas e espalhando prejuízo em todo o país. | Foto: Divulgação/PCRN
Operação da Polícia Civil cumpriu mandados em três estados e revelou esquema com transferências bancárias, engenharia social e uso de aplicativos de mensagens
Publicado 1 de maio de 2026 às 09:30
Uma operação da Polícia Civil do RN resultou na prisão de um homem e no cumprimento de mandados de busca e apreensão em três estados nesta semana, em uma investigação que apura golpes de estelionato e fraudes eletrônicas aplicadas por meio de mensagens. Segundo as investigações, vítimas chegaram a perder cerca de R$ 46 mil após serem induzidas a realizar transferências bancárias.
Segundo a Polícia Civil, foram cumpridos um mandado de prisão e cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Mostardas e Osório, no Rio Grande do Sul, e em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. A investigação aponta que o esquema também teria reflexos no Rio Grande do Norte, com vítimas enganadas por meio de aplicativos de mensagens.
Em um dos casos, a vítima teria recebido mensagens falsas e sido induzida a realizar transferências bancárias acreditando se tratar de uma situação legítima. Em outro episódio, o golpe ocorreu por meio de engenharia social, quando o alvo foi levado a fazer pagamentos sob o pretexto de renegociação de contrato.

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De acordo com a Polícia Civil, o principal suspeito foi identificado a partir da análise de dados bancários, rastreamento de IP, comunicações digitais e reconhecimento facial. Há indícios da participação de outros envolvidos no esquema, que seguem sendo investigados pelas equipes responsáveis.
A Justiça determinou o bloqueio de valores e ativos financeiros ligados aos suspeitos, além da apreensão de celulares, computadores e documentos que podem ajudar a aprofundar o caso.
Autoridades de segurança reforçam que golpes por mensagem têm crescido e exigem atenção redobrada dos usuários. Entre as principais recomendações estão desconfiar de pedidos urgentes de dinheiro, evitar transferências sem confirmação direta da identidade do solicitante e nunca compartilhar senhas ou códigos de acesso.
Também é indicado confirmar informações por outro canal antes de qualquer pagamento. Em caso de suspeita, a orientação é procurar diretamente a pessoa ou empresa envolvida antes de qualquer ação.
Veja o momento da abordagem:
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