Chuvas intensas atingiram diversas regiões do Rio Grande do Norte e causaram alagamentos em municípios do interior nas últimas 24 horas. | Foto: Instagram/ZNNews
Chuvas intensas registradas entre a manhã de quinta-feira (5) e a manhã desta sexta-feira (6) provocaram alagamentos e transtornos em vários municípios do RN. O maior volume foi observado em Pedro Avelino, na região Central, onde choveu 122,5 milímetros em apenas 24 horas, conforme boletim divulgado pela Emparn. O acumulado elevado chamou a atenção pelo impacto direto na rotina da população e pelos pontos de alagamento registrados.
Outras cidades da região Central também tiveram volumes significativos. Cerro Corá acumulou 68,7 mm, enquanto Fernando Pedroza chegou a 30 mm. Angicos registrou 26,4 mm e Santana do Seridó, 22 mm. Já Lagoa Nova teve 14,6 mm.
Em Currais Novos, a chuva foi fraca, com apenas 2 mm, e municípios como Acari, Florânia e Tenente Laurentino Cruz não tiveram registro de precipitação no período monitorado.

Agreste concentra altos volumes
No Agreste potiguar, as chuvas também foram intensas. Monte das Gameleiras registrou 95 mm, seguido por Santa Cruz, com 92,2 mm, e Coronel Ezequiel, com 87 mm. Sítio Novo acumulou 62,5 mm e Santa Maria chegou a 65 mm em posto manual.
Em Parazinho, o volume foi de 31,6 mm. Já em cidades como João Câmara, Bom Jesus e Boa Saúde, os índices ficaram entre 7 e 12 mm.
Na região Oeste, os volumes também foram expressivos em alguns municípios. Upanema registrou 59,5 mm, Assú chegou a 49,5 mm e Umarizal acumulou 42,8 mm.

Em Mossoró, a chuva alcançou 18,4 mm. Felipe Guerra e São Rafael ultrapassaram os 20 mm em pontos isolados, enquanto Encanto, Caraúbas e Martins tiveram registros acima de 13 mm.
No Leste potiguar, os acumulados foram mais modestos. Pureza liderou com 21,4 mm, seguida por Montanhas, com 20 mm, e São Gonçalo do Amarante, com 16,1 mm. Ceará-Mirim registrou 6,4 mm, enquanto Macaíba e Taipu tiveram volumes inferiores a 3 mm.
As chuvas ocorrem em meio a alertas meteorológicos para o estado e reforçam a atenção para possíveis transtornos, especialmente em áreas urbanas com histórico de alagamentos e em regiões com solo mais encharcado.
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