Com prazos do calendário eleitoral encerrados, partidos começam a definir pré-candidatos à Presidência para a eleição de 2026. | Foto: Reprodução
Com encerramento da janela partidária e da desincompatibilização, partidos começam a consolidar nomes para a disputa pelo Palácio do Planalto em 2026.
Publicado 6 de abril de 2026 às 08:07
Com o encerramento de etapas importantes do calendário eleitoral, partidos políticos começam a consolidar os nomes que pretendem lançar na disputa pela Presidência da República em 2026. A janela partidária terminou na sexta-feira (3) e o prazo de desincompatibilização — exigido para ocupantes de determinados cargos públicos — se encerrou no sábado (4).
Os registros oficiais de candidatura ainda dependem de formalização perante a Justiça Eleitoral, com prazo final previsto para 15 de agosto. Até o momento, diferentes legendas já apresentaram ou anunciaram nomes como pré-candidatos ao Palácio do Planalto.
Entre os nomes que declararam intenção de disputar a Presidência está o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em novembro do ano passado, ele afirmou que pretende buscar um novo mandato. Lula já foi eleito presidente em 2002, 2006 e voltou ao cargo em 2022.
No campo da oposição, o senador Flávio Bolsonaro (PL) anunciou pré-candidatura em dezembro. Ele conta com o apoio político do ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente está inelegível por decisão da Justiça Eleitoral.
Outro nome que entrou no debate eleitoral é o do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), lançado como pré-candidato pelo partido em março. A escolha ocorreu após discussões internas na legenda sobre possíveis alternativas.
Também se colocou como pré-candidato o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que deixou o cargo em março deste ano. Segundo ele, a intenção inicial é disputar a eleição com candidatura própria da legenda.
Outras siglas também indicaram pré-candidatos. Entre eles estão Cabo Daciolo, que anunciou filiação ao partido Mobilização Nacional; Hertz Dias, lançado pelo PSTU; Renan Santos, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL) e apresentado pelo Partido Missão; Rui Costa Pimenta, presidente nacional do PCO; e Samara Martins, indicada pelo Unidade Popular (UP).
Embora os nomes estejam sendo apresentados pelos partidos, a confirmação oficial das candidaturas depende das convenções partidárias e do registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse processo deve ocorrer até agosto, conforme o calendário eleitoral.
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