Constantino Júnior estava internado num hospital paulista. Há anos lutava contra um câncer. Foto: Reprodução

Constantino Júnior estava internado num hospital paulista. Há anos lutava contra um câncer. Foto: Reprodução

Cotidiano

Perda Presidente da Gol, Constantino Júnior, morre aos 57 anos, vítima de câncer

Apaixonado por automobilismo e aviação, Constantino foi um dos fundadores da Gol, em 2001. Em 2007, sob sua liderança, a Gol comprou a Varig

por: Com informações de agências

Publicado 24 de janeiro de 2026 às 09:44

Morreu na manhã de hoje, em São Paulo, aos 57 anos, Constantino Junior, presidente do conselho de administração da Gol. O empresário estava internado num hospital paulista. Há anos lutava contra um câncer.

Apaixonado por automobilismo e aviação, Constantino foi um dos fundadores da Gol, em 2001. Em 2007, sob sua liderança, a Gol comprou a Varig. Em 2012, deixou a presidência executiva para atuar no conselho da empresa, como seu presidente.

Em comunicado, a Gol expressou solidariedade aos familiares e amigos de Constantino Junior, reconhecendo a importância de sua trajetória para a história da empresa.

“Sua liderança, sua visão estratégica e, sobretudo, seu jeito simples, humano, inteligente e próximo deixaram marcas profundas em nossa cultura. Os princípios estabelecidos por seu fundador fizeram a companhia crescer e hoje fazer parte de um grupo internacional. Eles seguem vivos na GOL e continuam transformando a aviação no Brasil”, afirmou a Gol.

Antes de criar a companhia, o empresário atuou como diretor da Comporte Participações, grupo tradicional do setor de transporte terrestre de passageiros no Brasil, entre 1994 e 2000, que opera companhias como Piracicabana, Penha e MetrôBH, entre outras.

Em 2001, assumiu a presidência executiva da Gol e liderou o início das operações da companhia, conduzindo um rápido processo de expansão no mercado doméstico. Em 2004, passou a integrar o Conselho de Administração da empresa, acumulando a função com o cargo de CEO até 2012, quando deixou a gestão executiva.

Desde então, ocupava a presidência do Conselho de Administração da Gol, posição que manteve até sua morte, além de ser membro do conselho e um dos fundadores do Grupo Abra, controlador internacional da companhia.

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