Investigação do atentado segue em Mossoró com novos desdobramentos | Foto: Reprodução
Dois investigados seguem apontados como participantes diretos do ataque; Polícia Civil afirma que os demais detidos não têm relação confirmada com o atentado que deixou um morto em Mossoró
Publicado 18 de junho de 2026 às 12:53
A Polícia Civil atualizou as investigações sobre o atentado contra o vereador Cabo Deyvison (PL), em Mossoró, e passou a tratar dois suspeitos presos no Ceará como principais envolvidos no crime. O caso ocorreu na última segunda-feira (15) e resultou na morte do assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos.
Segundo a investigação, José Antônio da Costa e Vinicius Gabriel da Silva Freitas confessaram participação direta no atentado. Inicialmente, seis pessoas haviam sido detidas durante as diligências policiais.
Um dos pontos que segue sob análise é uma transferência via Pix no valor de R$ 10 mil encontrada durante a abordagem.
Conforme o comandante-geral da PM, coronel Alarico Azevedo, os suspeitos teriam tentado destruir os celulares no momento da prisão, mas o comprovante da transação foi identificado em um dos aparelhos.
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Até o momento, a origem, o destino e a finalidade do valor ainda não foram esclarecidos e não há confirmação de ligação direta com o atentado.
Os outros quatro detidos inicialmente foram descartados da linha principal de investigação. Um deles chegou a ser apontado como possível motorista do veículo usado pelos atiradores, mas acabou liberado após a polícia não encontrar elementos que confirmassem envolvimento.
Os demais também foram retirados da apuração central e encaminhados para outras averiguações. A Polícia Civil segue investigando a motivação do crime e possíveis conexões adicionais.
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