Após desistência da governadora Fátima, Natália Bonavides rejeita apelos para disputar Senado; PT agora avalia Samanda Alves como opção. | Foto: Arquivo pessoal

Política

Eleições 2026 Natália descarta candidatura ao Senado após recuo de Fátima

Deputada federal confirma foco na reeleição à Câmara e mantém planos de disputar Prefeitura de Natal em 2028; Samanda Alves surge como alternativa do PT para o cargo majoritário

por: NOVO Notícias

Publicado 19 de março de 2026 às 09:57

A deputada federal Natália Bonavides (PT) reafirmou que não será candidata ao Senado nas eleições de 2026, mesmo após a governadora Fátima Bezerra (PT) anunciar que também não disputará o cargo. Natália confirmou que seguirá na corrida pela reeleição à Câmara dos Deputados, mantendo o foco na nominata federal do partido.

“Disputarei a reeleição para a Câmara. É nesse sentido que estamos trabalhando, pra isso nos preparamos e vamos cumprir essa tarefa”, afirmou a parlamentar. A decisão de Natália altera o cenário político no RN, especialmente em Natal e na Região Metropolitana, onde o PT precisará definir um novo nome competitivo para o Senado.

Sua escolha de permanecer na Câmara mantém a estabilidade do partido na esfera federal, mas deixa em aberto o debate sobre a representação petista no cargo majoritário. Mesmo um eventual apelo do presidente Lula (PT) não mudaria a posição da deputada.

Natália também mantém planos de disputar a Prefeitura de Natal em 2028, após ter chegado ao segundo turno em 2024, quando foi derrotada pelo prefeito Paulinho Freire (União).

Com a negativa de Natália, a presidente estadual do PT e vereadora de Natal, Samanda Alves, surge como opção para disputar o Senado. A governadora Fátima Bezerra reforçou que a decisão será tomada coletivamente pelo partido: “Essa discussão vai passar pelo partido, mas isso já foi comunicado inclusive ao presidente Nacional do PT. Agora vamos tratar de organizar o time de Lula no RN”, disse.

A posição de Samanda Alves

Samanda afirmou estar à disposição da legenda e pronta para cumprir qualquer tarefa que o PT determinar. A dirigente reforçou a importância da unidade partidária e destacou que a decisão será resultado de diálogo interno. “Não vamos abrir mão de ter um nome do PT. Faremos o debate internamente e tomaremos uma decisão coletivamente”, afirmou.

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