Posto de combustível em Natal | Foto: Freepik
Distribuidoras de quatro estados encareceram preços após início do conflito no Oriente Médio, enquanto Petrobras mantém valores de suas refinarias sem reajuste
Publicado 10 de março de 2026 às 11:58
A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O órgão vinculado ao Ministério da Justiça pediu uma avaliação sobre possíveis irregularidades no reajuste aplicado aos combustíveis em quatro estados e no Distrito Federal.
O pedido ocorreu após relatos de sindicatos de revendedores. Representantes da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e do Distrito Federal denunciaram o encarecimento. Eles relatam que as distribuidoras aumentaram os preços de venda repassados aos postos.
As empresas justificaram a medida com base na guerra no Oriente Médio. A Petrobras, por outro lado, não comunicou reajustes nos valores cobrados em suas refinarias. A situação gerou alerta nas autoridades de defesa econômica.
Um ofício encaminhado ao conselho solicita a investigação rigorosa do caso. A intenção é descobrir se existem práticas prejudiciais à livre concorrência. Os agentes avaliarão eventuais tentativas de ação combinada entre as companhias do setor.
Esse monitoramento acontece de maneira contínua, segundo o Ministério da Justiça. A pasta ressalta que o acompanhamento permanente do mercado é fundamental. O objetivo principal do governo é garantir a transparência comercial e proteger os consumidores.
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