Novos agentes, delegados e escrivães reforçam a Polícia Civil do Rio Grande do Norte após conclusão do curso de formação. | Foto: Divulgação

Cotidiano

Segurança Mais policiais nas ruas: RN nomeia 178 novos agentes, delegados e escrivães da Polícia Civil

Convocação publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial marca nova etapa de recomposição do efetivo da segurança pública

por: NOVO Notícias

Publicado 2 de abril de 2026 às 10:00

O Governo do RN oficializou nesta quinta-feira (2) a nomeação de 178 novos policiais civis, entre agentes, delegados e escrivães. A convocação foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) e contempla profissionais que concluíram o último curso de formação da Polícia Civil do RN, encerrado em fevereiro.

Segundo a publicação, foram nomeados 134 agentes de polícia civil, 25 delegados e 19 escrivães. Todos fazem parte da turma que finalizou a etapa de formação neste ano. A nomeação ocorre após o governo ter anunciado, em 24 de fevereiro, a convocação de 161 policiais, medida que agora foi formalizada oficialmente no Diário Oficial.

De acordo com o governo estadual, a medida faz parte de um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da segurança pública no RN, incluindo recomposição do efetivo, modernização de unidades policiais e investimentos em tecnologia.

A gestão estadual informou ainda que, desde 2019, já foram nomeados 905 policiais civis, o que representaria a renovação de cerca de 75% do efetivo existente à época.

Déficit ainda preocupa

Apesar das nomeações, o Ministério Público do RN aponta que a Polícia Civil ainda possui mais de 3 mil cargos vagos previstos em lei. Em março, a Justiça potiguar determinou que o Estado nomeie todos os mais de 300 candidatos aprovados nas etapas do último curso de formação, além de convocar novas turmas e realizar novos concursos até alcançar pelo menos 50% de ocupação dos cargos da corporação.

Após a publicação da nomeação, candidatos aprovados que ainda aguardam convocação passaram a cobrar nas redes sociais o cumprimento da decisão judicial. Em comentários publicados online, alguns afirmam que deixaram empregos para participar do curso de formação e defendem a ampliação das nomeações diante do déficit de policiais civis no estado.

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