Garcez Experimental de Dança – Foto: Anna Karla Santiago

Em seu segundo ano de atuação em Natal, completados no último dia 2 de junho, a Garcez Experimental de Dança representa, pelo segundo ano consecutivo, o Rio Grande do Norte no maior festival de dança do mundo. O Festival de Dança de Joinville, em Santa Catarina, que terá a sua 41ª edição realizada entre os dias 15 e 27 de julho, é reconhecido pelo Guinness World Records, desde 2002.

A Garcez Experimental de Dança viaja com 15 bailarinas no próximo dia 15 de julho. No ano passado, o grupo do GEDD foi premiado na categoria 40+ e também no Festival da Sapatilha Competitiva. “A expectativa é muito grande. Estamos levando o que temos de melhor e acreditamos que teremos um desempenho melhor que o de 2023”, especula Artur Garcez, fundador e coreógrafo do GEDD.

Para este ano, o time de bailarinas do RN vai apresentar oito coreografias. Uma será para a Mostra Competitiva (categoria 40+), com a coreografia no gênero Conjunto: “As flores de Frida no Carimbo”. Outras duas estão classificadas para se apresentarem no Festival da Sapatilha Competitiva, com as coreografias “Carrego nos pés, o Frevo”, no gênero Conjunto. A bailarina Isabela Rosado vai fazer uma apresentação solo “No ritmo da Preaca”. De acordo com Artur Garcez, todas as coreografias são no gênero ‘Danças Populares Brasileiras’. “Vamos ter ainda cinco apresentações nos Palcos Abertos do Festival”, revelou o coreógrafo-chefe.

Seletiva 2024

O Festival de Dança de Joinville não foi registrado no Guinness Book por acaso. Os números, por si só, revelam a grandiosidade do evento. Em 2023, foram registrados 4.721 coreografias de 902 grupos, do Brasil e do exterior.

“Os trabalhos selecionados representam as maiores médias de cada gênero e subgênero, sendo a nota de corte influenciada diretamente pelo número de trabalhos enviados para seleção”, explica Artur Garcez, que já foi convidado, inclusive, para ministrar aulas a um grupo de alunos da Escola de Teatro Bolshoi no Brasil, com sede em Joinville.

Para este ano, haverá uma quebra de recorde: 5.190 coreografias de 951, do Distrito Federal e de todos os estados brasileiros, com exceção de Alagoas e Acre, além de grupos inscritos da Argentina, Paraguai e Portugal.

Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz, “os números superaram as expectativas e demonstram a grandiosidade do evento, movimentando toda a cidade, que é a Capital Nacional da Dança”.

Por causa do Festival de Dança, Joinville tornou-se um dos principais destinos turísticos e culturais de Santa Catarina em julho. “É o maior intercâmbio de dança, e atrai bailarinos do Brasil e do mundo para uma verdadeira imersão que vai para além da Mostra Competitiva, com diversas opções de capacitações”, destaca Ely Diniz.

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