Deputado estadual deixa portas abertas para concorrer ao governo caso o PT determine, mas reforça que sua prioridade é a reeleição e o apoio a Cadu Xavier. A decisão final depende da saída de Walter Alves da vice-governadoria. | Foto: Arquivo/ALRN
Deputado estadual diz que pode concorrer ao Governo do RN em eleição indireta, mas mantém preferência pelo pré-candidato Cadu Xavier; cenário político segue em aberto até renúncia de Walter Alves
Publicado 13 de janeiro de 2026 às 13:28
O deputado estadual Francisco do PT afirmou que está disposto a disputar o Governo do RN em uma eventual eleição indireta na Assembleia Legislativa, caso o partido o escolha como candidato. A possibilidade surge após a governadora Fátima Bezerra anunciar que disputará uma vaga no Senado nas eleições de outubro. O vice-governador Walter Alves já comunicou que pretende renunciar ao cargo para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa, abrindo espaço para a sucessão estadual.
Apesar de abrir essa possibilidade, Francisco deixou claro que sua prioridade é a reeleição como deputado estadual. Segundo ele, a decisão de concorrer ao governo dependerá do interesse coletivo do partido e das necessidades do Rio Grande do Norte, segundo informações da 98 FM Natal.
“Eu trabalho com a tese de buscar a reeleição para deputado estadual, mas pertenço a um partido com compromisso coletivo. Estou à disposição para esse diálogo, e, se for necessário, posso assumir outro papel”, afirmou.
O deputado também reforçou seu apoio ao pré-candidato Cadu Xavier. Para ele, Cadu seria a melhor opção para disputar uma eventual eleição indireta e, futuramente, as eleições majoritárias. “Independente do cenário, meu compromisso é com a pré-candidatura do companheiro Cadu Xavier. Se houver eleição indireta, acredito que ele deveria ser o nome do partido”, declarou Francisco.
O PT segue avaliando o cenário com cautela. Nenhum posicionamento oficial será divulgado antes da renúncia formal de Walter Alves, e o partido defende o respeito à decisão do vice-governador, considerando-a livre e soberana. “Ninguém pode obrigar ninguém a nada. Ele é livre para tomar a decisão que achar mais conveniente”, concluiu o deputado.
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