Celular - Foto: Tania Rêgo/Agência Brasil
O Ministério da Justiça e Segurança Pública orienta os cidadãos a utilizarem o aplicativo Celular Seguro durante o Carnaval. A ferramenta serve para comunicar casos de roubo, furto ou perda de aparelhos móveis. O sistema está disponível para dispositivos eletrônicos e também na versão web.
O dono do telefone comunica o crime pela plataforma e decide quais serviços bloquear. A lista inclui o aparelho, a linha telefônica e os aplicativos de instituições financeiras. O registro da ocorrência pode ser feito por meio de outro celular, tablet ou computador.
O usuário não precisa informar o código Imei nem possuir cadastro prévio imediato. A vítima tem o prazo de até 15 dias após o fato para se registrar caso não esteja inscrita. A pasta recomenda, contudo, que o download e o cadastro sejam feitos com antecedência.
O acesso exige login na conta Gov.br com CPF e senha. O cidadão deve concordar com os termos de uso, indicar pessoas de confiança e registrar o telefone. Não há limite para a quantidade de dispositivos inseridos no aplicativo.
O próprio usuário ou a pessoa de confiança indicada pode criar um alerta em caso de crime. O sistema apresenta a lista de bens cadastrados para a seleção do item alvo da ocorrência. A plataforma gera um número de protocolo que deve ser guardado para atendimentos posteriores junto aos parceiros.
O Celular Seguro foi criado em dezembro de 2023 e soma 3,81 milhões de usuários no Brasil. A base de dados registrou 98.786 alertas ao longo de 2025. Esse número representa um crescimento de cerca de 5,5% em relação ao ano anterior.
O governo federal planeja ampliar o serviço neste ano através da integração com as polícias civis. A atualização prevê a criação automática de boletim de ocorrência e a emissão de alertas de bloqueio. O cidadão também pode consultar se um aparelho usado possui restrições na Anatel antes da compra.
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