Entre músicas e blocos, foliões podem ser vítimas de golpes com cartões, maquininhas adulteradas, PIX e ingressos falsos. Prevenção é essencial para curtir sem dor de cabeça. | Foto: Arquivo/Riotur
No pré-carnaval, o médico Caio Franco teve seu cartão de crédito clonado após comprar uma bebida na rua. O resultado: mais de R$ 16 mil em compras indevidas. A experiência mostra como pequenos descuidos podem transformar a folia em prejuízo financeiro. Compras presenciais com senha tornam contestação mais difícil, e mesmo ações judiciais podem levar anos sem garantia de ressarcimento.
Especialistas alertam que os golpes mais comuns durante o carnaval envolvem cartões e maquininhas em locais lotados. Segundo o fundador da plataforma Reclame Aqui, Felipe Paniago, é preciso atenção redobrada. “Evite passar o cartão em lugares inseguros, guarde bem o dinheiro em espécie e proteja o celular. Golpes com troca de cartões, adulteração de maquininhas ou cobrança duplicada são frequentes em blocos e festas privadas”.
O PIX também é alvo de criminosos por meio de QR Codes falsos. A recomendação é ativar senha, biometria ou reconhecimento facial para cada transação, conferir o valor na tela da maquininha antes de confirmar o pagamento e limitar valores para pagamentos por aproximação. A segurança do celular e dos aplicativos bancários deve ser reforçada.
Outro risco crescente é a compra de ingressos e abadás falsos. Golpes surgem principalmente nas redes sociais e sites não oficiais, com ofertas abaixo do preço de mercado e senso de urgência. A jornalista Alice Gomes perdeu R$ 3 mil em um camarote no Sambódromo do Rio após cair em um golpe online. “Agora só compro em sites oficiais”, disse.
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