Internado desde sexta-feira (13), Bolsonaro recebe tratamento intensivo após quadro de febre alta, queda de oxigênio e calafrios. | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Política

Saúde Bolsonaro segue em estado estável na UTI, mas alta ainda é incerta

Ex-presidente luta contra broncopneumonia bilateral em Brasília; equipe médica mantém cuidados intensivos e prevê internação mínima de uma semana

por: NOVO Notícias

Publicado 19 de março de 2026 às 12:13

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou evolução clínica e laboratorial satisfatória nas últimas 24 horas, mas segue internado na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, sem previsão de alta, segundo boletim divulgado nesta quinta-feira (19). Segundo a equipe médica, ele mantém tratamento com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora.

Bolsonaro deu entrada no hospital na sexta-feira (13) após apresentar febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios. Foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral, resultado da aspiração de líquido do estômago.

O cardiologista Brasil Caiado, responsável pelo acompanhamento, afirmou que os exames recentes mostraram um “resultado parcial bom” e que a tendência é de melhora progressiva. Apesar da evolução positiva, o boletim ressalta que não há previsão de alta da UTI neste momento. A equipe médica estima que o ex-presidente permaneça internado por pelo menos sete dias, mantendo acompanhamento contínuo.

Os médicos reforçam que o cuidado intensivo continuará, com monitoramento constante de sinais vitais, exames laboratoriais e suporte respiratório. Qualquer alteração no quadro clínico será imediatamente comunicada.

Leia o boletim médico desta quinta-feira (19)

“O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star, em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. Manteve boa evolução clínica e laboratorial nas últimas 24 horas. Segue em tratamento com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI neste momento.”

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