Decisão da Anvisa vale para todo o Brasil e atinge fabricantes, vendedores e canais de divulgação do produto. | Foto: Banco de imagens
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização do suplemento “Tadala Pro Max” em todo o Brasil após identificar irregularidades na divulgação e na origem do produto. A decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU), já está em vigor.
Segundo a Anvisa, o produto não possui registro, notificação ou qualquer tipo de comprovação formal junto ao órgão regulador. Além disso, a agência informou que a fabricação é atribuída a uma empresa desconhecida, o que impede a verificação da procedência e da segurança do item.
A medida é de 20 de fevereiro e determina a suspensão da propaganda, da venda e da distribuição do suplemento. A decisão vale para pessoas físicas, empresas e também veículos de comunicação que eventualmente estejam divulgando o produto.
Em comunicado oficial, a agência destacou que as ações de fiscalização se aplicam a qualquer responsável pela comercialização ou publicidade do “Tadala Pro Max”. A determinação tem como base a Lei nº 9.782/1999, que rege a atuação da Anvisa.
A orientação é que consumidores não adquiram nem utilizem produtos sem registro ou procedência comprovada. A ausência de regularização junto à Anvisa significa que não houve avaliação quanto à qualidade, segurança ou eficácia.
A fiscalização de suplementos e produtos anunciados como promotores de desempenho tem sido intensificada no país, especialmente diante da oferta crescente em plataformas digitais e redes sociais.
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