Traficante potiguar preso no RJ exibia macaca de estimação nas redes sociais

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Crime Traficante potiguar preso no RJ exibia macaca de estimação nas redes sociais

Conteúdos mostravam interação com o animal e ostentação de rotina enquanto era monitorado pela polícia

por: NOVO Notícias

Publicado 5 de junho de 2026 às 14:28

Preso no dia 20 de maio no entorno do Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, o traficante potiguar Edenison Luiz Moura de Melo, mais conhecico como “Chorão”, utilizava as redes sociais para divulgar vídeos com uma macaca de estimação, mantida por ele e exibida em diferentes situações do cotidiano.

O suspeito, apontado como integrante do Comando Vermelho, mantinha uma página específica dedicada ao animal, chamada “Chorona, a Macaca”, além de publicar conteúdos semelhantes em perfis pessoais.

Nas gravações, a macaca aparece no colo do traficante, sendo alimentada com mamadeira e comida diretamente na boca. Em outros vídeos, o animal participa de brincadeiras e dancinhas, reproduzindo conteúdos comuns em plataformas digitais.

As imagens mostram o animal em ambientes domésticos e em momentos de interação constante com o suspeito. Além da macaca, o investigado também mantinha um perfil dedicado a um cão, utilizado para divulgar a rotina dos animais.

Prisão

Os perfis eram usados não apenas para mostrar os animais, mas também para exibir aspectos da vida pessoal do suspeito. Publicações incluíam registros com joias, festas, idas à praia e presença em bailes.

Segundo a polícia, essa exposição ocorria ao mesmo tempo em que ele era monitorado por agentes de segurança.

A prisão aconteceu no dia 20 de maio por integrantes da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, com apoio da Polícia Civil do Rio Grande do Norte. O suspeito foi abordado pouco antes de entrar no estádio para assistir a um jogo do Clube de Regatas do Flamengo.

As investigações apontam que ele utilizava comunidades como a Rocinha e o Complexo do Alemão como esconderijo. Nascido em Natal, Edenison tinha mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas e é considerado de alta periculosidade.

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