Cultura

Livro Escritor e jornalista Juliano Freire lança “A cachorrinha que aprendeu a ler”

A publicação nacional é da editora Ases da Leitura, Selo Asinha, também disponível em sites como a Amazon

por: NOVO Notícias

Publicado 23 de abril de 2026 às 12:07

Escrever para criança é atividade repleta de desafios. Vai muito além de contar histórias mais simples ou curtas. É empregar sentimento e ter o compromisso de contribuir para a formação de novos leitores. A crença é do autor Juliano Freire, jornalista e escritor especializado no segmento da literatura infantil há 20 anos. Agora, ele chega ao quinto título. Em “A cachorrinha que aprendeu a ler”, revela enredo diferente de outras histórias. Quem narra as descobertas linguísticas neste lar é uma Poodle, acolhida pela família urbana brasileira, miscigenada, trabalhadora e que aprecia livros. A publicação nacional é da editora Ases da Leitura, Selo Asinha, também disponível em sites como a Amazon. O lançamento acontece em 8 de maio, uma sexta-feira, a partir das 17h, na Pão e Companhia (P & C), da Rua São José – 2182, Lagoa Nova, Zona Sul de Natal.

A protagonista recebe o carinho da avó da casa, Dona Gertrudes, e de sua neta, Lúcia. Em torno dessas duas gerações transita o aprendizado de uma cadela observadora de sons, palavras e textos e que, de tanto ouví-los, aprende o significado do que surge a sua frente. No colo da matriarca ou durante os deveres escolares da menina, o animal assimila este universo diverso, sem medos ou preconceitos. “Mergulhei em um espaço de observação, profundo, dos pequenos gestos e atitudes, no qual se pode descobrir novos mundos e entendimentos, pelo olhar de uma cachorrinha atenta e esperta, que recolhe e guarda tudo que vê e escuta, enquanto é tratada no melhor dos mundos, o do carinho e da empatia”, conta o escritor.

“Doninha e o Marimbondo”, “Pereyra – o menino bom de bola”, “Felizardo contra a bruxa da feira” e “Gumercindo mora no castelo” foram os livros anteriores do autor, nascido no Alecrim. O jornalismo é sua base e por meio dele conheceu histórias e roteiros reais. Enveredou pela literatura infantil e infantojuvenil, dentro de casa, contando enredos para os filhos. Sempre gostou de ouvir e lembrar, teve grandes narradores entre avós e pais. Dos mais velhos, aprendeu sobre o contar, e com os mais novos, teve o alicerce para escrever seus próprios textos, criar mundos e personagens que tem encantado crianças e adultos.

“Quando tinha 12 anos, compunha letras de músicas e escrevia histórias sobre enredos policiais e espionagens, em cadernos de escola. A literatura para crianças surgiu, naturalmente, sem premeditação, começou como homenagem aos filhos e agora espalha-se para todos leitores que desejem conhecê-la. É algo que me impulsiona, sem roteiros pré-estabelecidos. Respeito a inspiração e não sei onde esta vai me levar, que o vento sopre e guie novas viagens”, observa. “A cachorrinha que aprendeu a ler” demonstra o valor da leitura e a importância do conhecimento para entender o mundo, a vida, ao abrir portas e caminhos.

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