A Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira (Ponte JK), que ligava os municípios de Aguiarnópolis e Estreito desabou em dezembro de 2024 - Reprodução

Cotidiano

Tragédia Novo vídeo revela desabamento de ponte que deixou 14 mortos no Maranhão

Tragédia ocorreu em dezembro de 2024 e resultou em 14 mortes e três desaparecidos; nova ligação foi inaugurada um ano após o acidente

por: NOVO Notícias

Publicado 20 de março de 2026 às 12:43

Novas imagens divulgadas nesta semana mostram o momento exato do desabamento da ponte Juscelino Kubitschek. A estrutura ligava os estados do Tocantins e Maranhão pela rodovia TO-226. O acidente ocorreu no dia 22 de dezembro de 2024.

Uma câmera instalada na cabine de um caminhão gravou o vídeo. O registro revela o asfalto cedendo sob as rodas do veículo rapidamente. A gravação exibe carros, caminhões e uma moto no momento em que são arremessados.

O vão central da travessia colapsou pouco antes das 15h. A falha levou diversos veículos para o fundo do Rio Tocantins. A tragédia resultou em 14 mortos, três desaparecidos e um ferido.

Os desaparecidos no acidente são Salmon Alves Santos (65 anos), Felipe Giuvannuci Ribeiro (10) e Gessimar Ferreira da Costa (38). As buscas oficiais ocorreram até janeiro de 2025. Parentes das vítimas ainda aguardam o pagamento de indenizações.

A queda da ponte interrompeu uma rota essencial para o escoamento da produção regional. Motoristas precisaram utilizar caminhos alternativos ou balsas temporárias durante o período sem a travessia. Essa mudança de trajeto causou atrasos e elevou os custos logísticos na fronteira.

O governo inaugurou uma passagem substituta no local em dezembro de 2025. A entrega restabeleceu a conexão definitiva entre os estados um ano após o desastre. A construção atual possui capacidade para suportar o tráfego intenso de cargas pesadas.

Profissionais de engenharia monitoraram a área durante os doze meses de trabalho. A vigilância constante sobre o solo e os pilares antigos garantiu a segurança dos operários. O objetivo principal da nova obra é evitar a repetição do colapso estrutural.

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