"Juliana deixa uma história de dedicação, sensibilidade e responsabilidade que seguirá presente na memória de familiares, amigos, colegas de trabalho e alunos", disse o governador de Rondônia. Foto: Instagram
O crime ocorreu na noite da sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, na capital Porto Velho. Juliana chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos causados por golpes de faca
Publicado 8 de fevereiro de 2026 às 13:00
A justiça decretou, neste sábado (7), a prisão preventiva do suspeito de assassinar a professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia Juliana Mattos Lima Santiago, de 41 anos.

O crime ocorreu na noite dessa sexta-feira (6), dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, na capital Porto Velho.
Juliana chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos causados por golpes de faca. O acusado, João Júnior, é aluno da faculdade e foi preso em flagrante.
Na audiência de custódia, realizada na manhã deste sábado (7), o Ministério Público informou que pediu a prisão preventiva dele como garantia da ordem pública. O MP repudiou o ato classificado como covarde e afirmou que vai atuar com firmeza na apuração do crime.
O Grupo Aparício Carvalho, responsável pela faculdade, manifestou profundo pesar e disse que a violência não apagará o legado da professora, que teve sua trajetória como referência de excelência acadêmica, ética e dignidade.
A Assembleia Legislativa de Rondônia também manifestou indignação com a morte de Juliana e disse que “não é admissível que mulheres continuem sendo vítimas de violência, especialmente em locais destinados à educação, ao diálogo e à construção de futuros”.
O governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, publicou uma nota de pesar pela morte da funcionária pública. “Com profundo pesar, comunico o falecimento de Juliana Mattos de Lima Santiago, professora e escrivã da Polícia Civil. Sua caminhada foi marcada pelo compromisso com a educação, pelo serviço público exercido com seriedade e pela forma humana com que tratava as pessoas”, disse.
“Juliana deixa uma história de dedicação, sensibilidade e responsabilidade que seguirá presente na memória de familiares, amigos, colegas de trabalho e alunos. Que Deus conforte os corações e conceda força a todos neste momento de dor”, acrescentou.
A reportagem não conseguiu contato com a defesa do acusado de matar a professora.
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