O cão Zico, à esquerda, e o cão Abacate, à direita: mortos — Foto: Divulgação e reprodução
Pelo menos cinco episódios de violência contra cães ganharam projeção no Brasil na última semana, após a repercussão do assassinato do cão comunitário Orelha, em Florianópolis. Os casos, registrados em diferentes regiões, resultaram na morte de três animais.
No Rio Grande do Sul, o cão Negão foi atingido por um disparo feito por um policial militar durante uma abordagem em Campo Bom. O animal permanece internado. A Corregedoria da Brigada Militar investiga o caso, que teve imagens divulgadas nas redes sociais.
No Paraná, o cão Abacate morreu após ser baleado em Toledo. Ele era cuidado por moradores do bairro Tocantins. Já em São Paulo, o cão Caramelo foi assassinado com pelo menos dez tiros na Zona Leste, após reagir a uma discussão entre um homem e uma mulher.
Em Sergipe, o cachorro Zico não resistiu aos ferimentos causados por golpes de facão na Barra dos Coqueiros. O suspeito foi identificado por câmeras e preso preventivamente. Os casos reacenderam o debate sobre a proteção animal e a punição para crimes de maus-tratos.
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