Cão Orelha, animal comunitário que foi vítima de agressão em Florianópolis e precisou passar por eutanásia - Reprodução/NDTV
Quatro adolescentes são suspeitos de agredir o animal a pauladas. O caso também investiga a coação de testemunha e a tentativa de afogamento de outro cachorro
Publicado 26 de janeiro de 2026 às 12:47
A Polícia Civil de Santa Catarina investiga a agressão que resultou na morte do cão Orelha, mascote comunitário da Praia Brava, em Florianópolis. Nesta segunda-feira (26), foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas casas de quatro adolescentes suspeitos. O animal, de cerca de 10 anos, foi agredido a pauladas e precisou ser eutanasiado devido à gravidade dos ferimentos.
O caso ganhou repercussão nacional e gerou protestos de moradores. Além dos maus-tratos, a polícia apura a coação de uma testemunha pelo pai de um dos jovens, que seria policial civil. Os adolescentes também são suspeitos de tentar afogar outro cachorro, que sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral da PC-SC.
O governador Jorginho Mello declarou que as provas do processo “embrulharam o estômago” e determinou investigação rigorosa. A comunidade lamentou a perda do animal, descrito como um símbolo de convivência no bairro.
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