Trabalhadores e beneficiários de programas sociais terão rendimentos atualizados; valor será pago a partir de fevereiro. | Foto: Agência Brasil
O salário mínimo de R$ 1.621 passou a vigorar nesta quinta-feira (1º) em todo o Brasil, segundo decreto do governo federal. O novo valor representa um aumento nominal de 6,79% sobre o piso anterior, que era de R$ 1.518.
Apesar de já estar oficialmente em vigor, o pagamento do valor reajustado será realizado a partir de fevereiro, seguindo o calendário de salários, aposentadorias e benefícios previdenciários.
O aumento do salário mínimo não afeta apenas trabalhadores formais que recebem o piso nacional. Ele também atualiza aposentadorias, pensões, benefícios assistenciais e programas sociais, além de influenciar contribuições previdenciárias.
Segundo estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), cerca de 61,9 milhões de brasileiros terão seus rendimentos direta ou indiretamente alterados pelo novo salário mínimo.
O cálculo do salário mínimo 2026 segue a política de valorização prevista na Lei nº 14.663, de 2023. O reajuste considera dois fatores:
Para este ano, o INPC acumulado chegou a 4,18%. O PIB de 2024 registrou crescimento de 3,4%, mas, pelas regras do novo arcabouço fiscal, o ganho real ficou limitado a 2,5%, resultando em um aumento nominal de R$ 103.
Com o novo piso, o salário mínimo diário passa a ser de R$ 54,04, enquanto o valor da hora trabalhada sobe para R$ 7,37.
O reajuste traz alívio a trabalhadores e beneficiários, impactando significativamente a renda de milhões de famílias em todo o país.
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